Archive for the Graffiti Category

Castelo medieval ‘grafitado’ quer manter obras de brasileiros

Posted in arte, Graffiti with tags , , on agosto 30, 2011 by pattindica

O proprietário de um castelo medieval na Escócia entrou formalmente com um pedido para preservar os grafites de artistas brasileiros contemporâneos que recobrem a sua fachada desde 2007.

Com suas cores fortes, o castelo de Kelburn virou uma atração turística diferente desde que Nina Pandolfo, Nunca e a dupla Os Gêmeos passaram seis semanas trabalhando intensamente para cobrir as suas paredes externas de desenhos.

Como o castelo data do século 13, qualquer modificação no seu interior ou exterior precisa ser aprovada pelas autoridades de preservação do patrimônio histórico.

Na época, o órgão responsável deu o sinal verde para a obra baseando-se no argumento de que seria uma solução temporária para substituir uma camada de concreto que precisava ser removida.

Porém, o dono do castelo, o conde de Glasgow, diz que quer manter os grafites e entrou com um pedido junto às autoridades para tornar a pintura uma característica permanente do local.

via: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,castelo-medieval-grafitado-quer-manter-obras-de-brasileiros,766065,0.htm

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Exposição “REMÉDIO®” inaugura a Spray Galeria :)

Posted in arte, Essa é boa, Graffiti, Pop :) with tags , , , on abril 11, 2011 by pattindica

a exposição “REMÉDIO®”, com obras de Carlos Delfino, Ciro Cozzolino, Marta Oliveira, Rui Amaral e Zé Carratu, inaugura mais espaço de cultura na Vila Madalena, a Spray Galeria (sábado, 9 de abril às 14h).

a Spray Galeria foi uma ideia do artista Rui Amaral e do colecionador José de Souza Queiroz para ampliar a visibilidade da obra de artistas procedentes da arte urbana no Brasil. Por isso na exposição inaugural, os cinco participantes são originários de coletivos, quatro dos quais do Tupinãodá – “Você é Tupi daqui ou Tupi de lá, Você é Tupiniquim ou Tupinãodá?” – verso que deu origem a este primeiro coletivo de rua, na década de 80, em São Paulo.

Rui amaral, O Alquimista, Spray e marcador sobre tela, 2010.

Rui amaral, O arquiteto.

além de inaugurar o concreto virgem do túnel da Avenida Paulista – primeiro graffiti em São Paulo –, o coletivo realizou uma série de intervenções polêmicas e bem-humoradas. O grupo criou o Beco do Batman, na Vila Madalena, local que se tornou posteriormente referência para os grafiteiros da cidade. Painéis produzidos com giz, o que dava aos trabalhos um caráter essencialmente efêmero, eram também uma das marcas do Tupinãodá.

Ciro Cozzolino - Totem

Ciro Cozzolino

Os cinco artistas reunidos na mostra – Carlos Delfino, Ciro Cozzolino, Marta Oliveira, Rui Amaral e Zé Carratu – pertencem à geração 80 e acabaram construindo uma carreira polivalente no universo criativo, sem perder de vista a produção artística independente, ao participarem de exposições e terem seus trabalhos em acervos de museus e instituições.

Marta Oliveira - Bom dia

Marta Oliveira - Pororoca

Ciro Cozzolino, que foi companheiro de Leonilson, quando morou na Europa, e participou da emblemática mostra “”Como vai você, Geração 80?” mantém como atividade principal a pintura. Já Zé Carratu, um dos fundadores do Tupinãodá, é também prestigiado cenógrafo, assim como Marta Oliveira, a única da mostra advinda de outro coletivo, o Atelier Xarandu. Enquanto Carlos Delfino trocou os muros da cidade pela tridimensionalidade de infláveis gigantes, Rui Amaral continua na rua com o graffiti, desenvolvendo projetos sociais na periferia, além de conduzir sua produtora multimídia e agora a Spray Galeria.

viaqui: http://vilamundo.org.br/2011/03/exposicao-remedio%C2%AE-inaugura-a-spray-galeria/

Exposição “Elemento Vazado”: estencil arte na Matilha Cultural

Posted in arte, Essa é boa, Graffiti, Pop :) with tags , , on março 23, 2011 by pattindica

Para dar inicio a série de exposições de 2011, a Matilha Cultural abre as portas a partir do dia 15 de março, para “Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha”. Com produções atuais e contemporâneas da estencil arte paulista, a exposição conta com a presença de Ozi, e Celso Gitahy, atuantes desde a década de 80, além de Daniel Melim, Rodrigo “Chã” e do coletivo Alto Contraste que representam a geração da virada do milênio com mais de 15 anos de rua.

a exposição celebra, também, o Dia do Graffiti em São Paulo (27 de março), data escolhida como homenagem ao artista pioneiro do graffiti no país e praticante do estencil, Alex Vallauri (1949 –1987). Os artistas convidados para a exposição, em especial Ozi e Celso Gitahy, iniciaram suas atividades na arte urbana na década de 80 incentivados por Vallauri. Desde então, seguem ocupando muros da cidade com seus trabalhos e participando ativamente da street art de São Paulo.

Três nomes representam a nova geração. Daniel Melim, que desde 2000, desenvolve o Projeto Limpão, em São Bernardo do Campo, além de intervenções urbanas utilizando o estencil pela região do ABC e de ter sido um dos seis artistas que apresentaram a exposição De dentro para fora/ De fora para dentro, no MASP.

O coletivo Alto*Contraste passa por uma situação semelhante. Há alguns anos tomam pequenos espaços na cidade de São Paulo, sempre com referências díspares, criam espécies de personagens “frankenstein”, costurando fragmentos de diferentes universos.

E ainda, Rodrigo Chã, que iniciou seu trabalho pelas ruas da metrópole em 2003, e utiliza, além do estencil, aplicações de adesivos e cartazes, sempre representados por uma pomba.

“O stencil talvez seja uma das técnicas de graffiti com a linhagem histórica mais politizadas” afirma Demetrio Portugal, Diretor de Projetos da Matilha Cultutal. “Suas mensagens normalmente remetem a estética da contra-propaganda apropriando-se e “mixando” ícones, palavras, símbolos e desenhos de rápida assimilação que explodem nas paredes da cidade repetidamente, já que sua técnica tem os mesmos princípios da impressão industrial.”, completa. Saiba mais aqui

Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha
Abertura: 15 de março, às 18h
De 15 de março a 16 de abril
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636

Grátis
Livre

Site brasileiro mapeia arte de rua através do Google Street View

Posted in arte, Essa é boa, Graffiti with tags , , , on fevereiro 17, 2011 by pattindica

 

No início de fevereiro, durante o anúncio do Art Project – site que oferece visitas virtuais de 17 dos principais museus do mundo a partir do Google Street View – Julian Raby, da Freer Gallery of Art, disse que o serviço do Google poderia mudar o jogo da arte. Cerca de quinze dias depois, o jogo parece mesmo estar começando a mudar, ao menos para a arte de rua. Em colaboração com o Google Street View, a Red Bull Brasil e a agência de publicidade Loducca criaram uma ferramenta para que o internauta conheça as principais manifestações de arte de rua do mundo sem sair de casa. No Street Art View estão obras de Banksy, Os Gêmeos – várias delas em São Paulo – e Keith Haring, entre outros.

Segundo informações do site da Red Bull Brasil, a navegação e a interface permitem que os visitantes tenham conhecimento do contexto onde a arte está inserida e como ela interage com a paisagem urbana. Clicando em um trabalho específico, aparecem fotos do Flickr ou do Picasa, automaticamente integradas ao site, que sobrepõem a imagem original na perspectiva correta, o que possibilita que o usuário veja a obra de diferentes perspectivas. Os internautas, obviamente, podem ajudar compartilhando seus achados de arte de rua pelo próprio site.

E assim como Art Project do Google não pretende substituir a experiência real de visitar um museu, conforme salientou Nelson Mattos, vice-presidente de engenharia do Google no lançamento do projeto, o Street Art View pode ser um estímulo para os internautas viajarem e verem de perto as obras de arte de rua.

O endereço do site é http://www.streetartview.com/

viaqui

Graffiti – “assista a natureza” :)

Posted in Essa é boa, Graffiti, Pop :) with tags , , on novembro 8, 2010 by pattindica

Filme de Banksy é destaque em mostra de cinema :)

Posted in Cinema, Graffiti, Pop :) with tags , , on outubro 22, 2010 by pattindica

a incrível história de como o maior filme de grafite da história nunca foi feito…”, é com esse slogan que Exit Through the Gift Shop, dirigido pelo grafiteiro britânico Banksy tem sido divulgado em todo mundo. O filme, que estreou no festival de Sundance em janeiro, é um dos destaques na 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que começa nesta sexta-feira (22/10). Em meio a especulações sobre a veracidade do documentário, o longa se firma como uma crítica ao mercado de arte e pode ser a melhor obra de Banksy.

 

a história é baseada em Thierry Guetta, um imigrante francês em Los Angeles e sua obsessão pela street art. Guetta filma constantemente toda sua vida e ao se deparar com as intervenções urbanas de seu primo, conhecido como Space Invader, entra em contato com artistas mundialmente conhecidos no meio como Shepard Fairey e Banksy, que não mostra o rosto nem divulga seu nome verdadeiro.

ao conhecer esse movimento que surge com força, Guetta concentra-se em acompanhar os artistas em suas aventuras nas ruas. Misterioso, Banksy se torna o alvo principal de Guetta e os dois se conhecem quando o britânico vai a Los Angeles para uma exposição. O francês torna-se o guia de Banksy pela cidade, o acompanha em seus trabalho e chega a passar por quatro horas de interrogatório quando o artista coloca um boneco inflável vestido como um preso de Guantánamo na Disney.

pós inaugurada, a exposição do britânico, Barely Legal, se torna um estrondoso sucesso na mídia, inflacionando o preço de obras de artistas urbanos. Banksy se mostra surpreso e decepcionado com o hype repentino e instiga Guetta a terminar seu documentário sobre street art. As inúmeras fitas de filme encaixotadas na casa de Guetta começam a ser editadas e se transformam no filme “Life Remote Control”, uma colagem de 90 minutos de cenas frenéticas e desconectadas. Frustado, Banksy decide fazer seu próprio filme a partir do material de Guetta e sugere que o amigo comece uma carreira de artista.

Seis meses depois, Guetta assume o codinome Mr. Brainwash e prepara sua primeira exposição, alugando um galpão em Los angeles e contratando assistentes. O agora artista gasta milhares de dólares para reproduzir e divulgar seu trabalho e passa grande parte do tempo fazendo marketing e dando entrevistas. Apesar de tudo, a exposição é um grande sucesso e, depois de uma semana, Guetta soma quase um milhão de dólares em quadros vendidos. O filme, que tem sido avaliado positivamente pela crítica, também é alvo de especulações sobre se seria mais uma “pegadinha” de Banksy. O artista, que não mostra o rosto e fala com voz distorcida no longa, afirma ter trabalhado nas 10 mil horas de filmagens de Guetta e que o processo para obter as fitas teria sido muito difícil. A polêmica sobre veracidade do filme, porém, é irrelevante diante da questão que ele levanta. Se o que vale mais no mercado artístico é o marketing do que o conteúdo, Banksy venceu essa barreira e conseguiu fazer um filme contestador, popular e de qualidade.

viaqui: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/1,,EMI180829-16296,00.html

arte – “Da Vinci game” por Vintz

Posted in arte, Essa é boa, Graffiti, Pop :) with tags , , on outubro 15, 2010 by pattindica

O trabalho dele é muito legal e pode ser visto em seu flickr e também nesse site aqui.