Arquivo de maio, 2012

artista faz miniatura de tocha olímpica que cabe em buraco de agulha

Posted in arte with tags , , on maio 21, 2012 by pattindica

Um artista britânico criou uma minúscula tocha olímpica, que cabe dentro do buraco de uma agulha, para comemorar a realização dos jogos em Londres este ano.

Além de criar a “menor tocha do mundo” com detalhes impressionantes a partir de um pequeno pedaço de ouro 24 quilates, o microescultor Willard Wigan adicionou ainda à obra os cinco anéis olímpicos, usando um mini cinzel de diamante.

“A parte mais difícil foi esculpir os cinco anéis. Fazer com que eles ficassem com circunferência perfeita foi incrivelmente complicado”, disse o artista.

“Fazer algo deste tamanho é muito cansativo. Primeiro, preciso gravar a imagem na minha cabeça e depois eu desacelero o meu sistema nervoso para evitar que eu trema, garantindo que cada corte seja feito entre batimentos cardíacos.”

“Eu tenho que entrar em um estado meditativo antes de começar”, disse Wigan.

a obra é tão minúscula que é preciso usar um microscópio poderoso tanto para esculpi-la como para apreciá-la.

Wigan, que começou a fazer casinhas em miniatura para formigas aos cinco anos de idade, trabalha durante a noite para evitar as vibrações geradas pelo tráfego.

Ainda assim, ele enfrentou alguns problemas para conseguir fazer a tocha olímpica em miniatura.

“Eu tive três tentativas fracassadas, derrubei uma no chão e nunca mais a vi novamente.”

“Agora, posso me gabar de ter esculpido a menor tocha olímpica do mundo e desafio qualquer um no planeta a fazer uma menor.”

viaqui: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/05/120521_minitocha_is.shtml

Pesquisadores americanos descobriram mais evidências de que meditar fortalece o cérebro

Posted in Budismo, Meditação with tags , , , on maio 21, 2012 by pattindica

Novas evidências indicam que a meditação fortalece o cérebro.

Estudos anteriores feitos pela Universidade da Califórnia (UCLA), nos Estados Unidos, já haviam sugerido que meditar durante anos torna o cérebro mais espesso e fortalece conexões entre células cerebrais.

As novas pesquisas feitas pela mesma equipe californiana revelaram ainda mais benefícios associados à prática. Os resultados foram publicados pela revista Frontiers in Human Neuroscience.

O cientista Eileen Luders e seus colegas do Laboratory of Neuro Imaging da UCLA dizem ter encontrado indícios de que pessoas que meditam durante muitos anos têm quantidades maiores de dobras no córtex cerebral do que pessoas que não meditam. Isso poderia acelerar o processamento de informações.

A equipe também encontrou uma relação direta entre a quantidade de dobras e o número de anos durante os quais a pessoa meditou.

Isso pode talvez ser mais uma prova da neuroplasticidade do cérebro – a habilidade do órgão de se alterar, ou se adaptar, em resposta a estímulos externos.

Córtex

O córtex é a camada externa do cérebro e tem papel fundamental na memória, atenção, pensamento e consciência.

Os dobramentos corticais são o processo pelo qual a superfície do cérebro se altera para criar sulcos e dobras. Sua formação pode promover e melhorar os processos nervosos.

Presume-se, portanto, que quanto mais dobras se formam, maior a capacidade do cérebro de processar informações, tomar decisões e formar memórias.

“Em vez de simplesmente comparar pessoas que meditam com as que não meditam, queríamos ver se havia uma relação entre a quantidade de prática da meditação e o grau de alteração do cérebro”, disse Luders. “Quer dizer, associar o número de anos de meditação com a incidência das dobras”.

Testes

Os pesquisadores fizeram exames de ressonância magnética em 50 praticantes de meditação – 28 homens e 22 mulheres. Esse grupo foi comparado a outro, de não praticantes, com idade e sexo equivalentes.

Os praticantes haviam meditado em média 20 anos. Os tipos de meditação eram variados, entre eles, Zen e Vipassana.

A equipe disse ter encontrado grandes diferenças na incidência das dobras em participantes que praticavam meditação.

Para os pesquisadores, a revelação mais interessante foi a correlação positiva entre o número de anos de meditação e a quantidade de dobras, especialmente em uma estrutura do cérebro conhecida como ínsula.

Sabe-se que essa estrutura está associada às emoções humanas. E que lesões na ínsula podem resultar em apatia, perda de libido e alterações na memória.

“Talvez (a descoberta) mais interessante tenha sido a relação positiva entre o número de anos de meditação e a quantidade de dobramentos insulares”.

Emoção e raciocínio

Luders mencionou estudos anteriores que indicam que a ínsula funcionaria como um integrador entre a emoção e o raciocínio.

“Pessoas que meditam são conhecidas por serem mestras em introspecção e consciência, assim como em controle emocional e autorregulação, então os resultados fazem sentido – quanto mais tempo alguém medita, maior a incidência das dobras na ínsula”.

Luders adverte que fatores genéticos e ambientais podem ter contribuído para os efeitos observados.

Ainda assim, “a relação positiva entre as dobras e o número de anos de prática dá suporte à ideia de que a meditação aumenta a incidência das dobras”.

viaqui: http://caminhodomeio.wordpress.com/2012/04/17/pesquisadores-americanos-descobriram-mais-evidencias-de-que-meditar-fortalece-o-cerebro/

Fonte: BBC Brasil