Arquivo de janeiro, 2011

Enquanto isso na festa de aniversário do vovô…

Posted in Bobagensdivertidas, emailRepassando, Essa é boa, HumOr with tags , , , on janeiro 28, 2011 by pattindica

hOhOhO, mata o véio, mata, hahaha

essas netinhas safadas precisam ter mais respeito, não é mesmo?? hahaha

Alex Eylar mostra os indicados ao Oscar 2011 em cenas feitas de Lego

Posted in arte, Cinema, Essa é boa, Pop :) with tags , , , , on janeiro 28, 2011 by pattindica

 

Cena do filme "a Origem" de Christopher Nolan

Christian Bale e Mark Wahlberg em "The Fighter" de David O Russell

Jeff Bridges em "True Grit", dos Irmãos Coen

annette Bening e Julianne Moore em "Minhas mães e meu pai" de Lisa Cholodenko

Cena de "127 hours" de Danny Boyle

Jesse Eisenberg é Mark Zuckerberg em "a Rede Social" de David fincher

Colin Firth em "O discurso do rei" (The King's Speech) de Tom Hooper

Jennifer Lawrence em "Winter's Bone", de Debra Granik

alex Eylar, o autor das cenas de cinema acima

viaqui

Livro – “O olhar da mente” de Oliver Sacks

Posted in Ciência, Livros, Pense nisso with tags , , on janeiro 22, 2011 by pattindica

Um escritor que perde a capacidade de ler. Uma pianista que confunde um guarda-chuva com uma cobra. Indivíduos que só enxergam imagens bidimensionais ou não reconhecem rostos. Nos casos relatados em O olhar da mente, do neurologista inglês Oliver Sacks, a ciência é sempre vista a partir da experiência humana. Nesse percurso se mesclam, de forma ao mesmo tempo rigorosa e afetiva, informações técnicas sobre distúrbios da memória, da fala e de outras funções cerebrais e a narrativa de suas consequências no dia a dia de pacientes e familiares. O que torna essas histórias tão saborosas, a despeito de sua inevitável dramaticidade – ou comicidade, em alguns momentos -, é o talento do autor para tratar de assuntos complexos em prosa lógica e cristalina. Também a erudição discreta de seus argumentos, capazes de incorporar em discussões sobre fisiologia cerebral um poema de John Milton, um quarteto de Haydn, considerações sobre a fotografia estereoscópica, a teoria da linguagem de Noam Chomsky. “Aprendi a olhar para o sofrimento em termos humanos mais amplos”, disse Sacks numa entrevista, referindo-se ao resultado de seu convívio, ainda estudante de medicina, com poetas como W. H. Auden. “A olhar para dilemas, situações – não apenas para doenças.” Aos poucos, os casos de O olhar da mente – quase todos concentrados em problemas de visão – ganham certa familiaridade e convergem para aquele que parece ser o seu grande mote: o câncer que o próprio Sacks teve num dos olhos, e que o faz sair da condição de médico para enfrentar a angústia, a insegurança e os medos comuns de um paciente. “Este é o Natal mais desolador que já passei”, escreve. “O New York Times de hoje traz fotos e histórias de várias personalidades que morreram em 2005. Estarei nessa lista em 2006?” Nesse mergulho pessoal corajoso, que não abre mão da crueza e da autoironia, análise e experiência se fundem para traçar contornos originais do antigo – e ainda hoje complexo – dilema entre mente e cérebro. Até que ponto somos os autores, os criadores das nossas sensações? Quanto elas são predeterminadas pelo cérebro ou pelos sentidos com que nascemos, e em que medida moldamos nosso cérebro através do que vivenciamos?

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Cinema – “A árvore” (The Tree) de Julie Bertucelli

Posted in Cinema, Vídeos with tags , , on janeiro 22, 2011 by pattindica

Logo nas primeiras seqüências do filme “a árvore”, de Julie Bertucelli, é possível perceber o grau de realismo fantástico que nos espera. Uma grande casa é levada em uma carreta estrada a fora pelo deserto da Austrália. A cena é no mínimo estranha, pelo menos para quem não está acostumado a ver alguém mudar e levar a própria casa. O trajeto árido e o balançar da casa em movimento propõem uma fotografia melancólica e a promessa de que a casa também será uma personagem importante na história.

a atmosfera fantástica do filme não fica por aí, a partir da morte repentina do pai, Peter (aden Young), sua família não encontra o caminho para voltar à rotina e, guiados pela filha caçula, Simone (Morgana Davies), eles estabelecem uma relação místico-fantasiosa com uma grande figueira. Acontecimentos misteriosos relacionados à grande árvore, que parece sempre a espreita dos acontecimentos da família, reforçam a crença de Simone de que o pai morto agora é a árvore.

a ausência provocada pela morte e a dor silenciosa que Dawn (Charlotte Gainsbourg) e seus quatro filhos sentem são compartilhados pelos ruídos que o vento provoca na árvore que, austera, se impõe à retomada da vida daquela família.

Julie Bertucelli, sempre lembrada por ter sido assistente de Kieslovski, mostra com mais um trabalho interessante que, apesar da influência do grande mestre polonês, seus filmes trazem algo seu. A morte e suas conseqüências na vida de quem fica sempre foram temas muito caros ao diretor Kieslovski, assim como suas pausas são lembranças que Bertucelli nos traz de um diretor que nos dava um cinema em que se era permitido respirar.

viaqui: http://www.jblog.com.br/leiacinema.php?itemid=25510

Essa é boa! Esquilinho almoçando… :)

Posted in animais, emailRepassando, Essa é boa with tags , , on janeiro 20, 2011 by pattindica

Timelapse – New York City :)

Posted in arquitetura, Essa é boa, Vídeos with tags , , , on janeiro 19, 2011 by pattindica

Sensacional!

viaqui: http://snegopad.net/

Documentário: “Glenn Gould – a vida interior” hoje na TV Cultura

Posted in Cinema, Essa é boa, Música, TVendo, Vídeos with tags , on janeiro 17, 2011 by pattindica

Cultura Documentários, com curadoria do jornalista e crítico de cinema Amir Labaki, traz o longa Glenn Gould: A vida interior, dirigido por Michèle Hozer e Peter Raymont. Hoje, as 23:30

Um poeta musical enigmático, Glenn Gould continua a cativar o público quase três décadas depois de sua morte prematura. Sua música inimitável e seus escritos revelam uma visão do mundo profunda que ainda estamos tentando desvendar. Embora já tenham sido feitos inúmeros documentários sobre Gould, a maioria aborda apenas suas excentricidades, focalizando em suas pílulas, luvas e echarpes, esquecendo o homem e a mensagem por trás da música.

Glenn Gould: A vida interior penetra nos mitos, revelando o homem por trás do ícone e reconstrói seus pensamentos a respeito de música, arte, sociedade, amor e vida. Reúne uma série sem precedentes de filmes de arquivo raros com entrevistas de amigos íntimos de Gould, entre eles alguns que nunca falaram antes dele, e nem haviam ouvido algumas gravações feitas em casa e trechos de seus diários particulares. No nosso mundo atual atulhado pela mídia, onde a informação valoriza mais os triunfos do que a verdadeira sabedoria, temos uma profunda necessidade de quem penetre a estática e nos fale com um tom claro, sincero, intemporal. Imperdível.

viaqui: http://www.tvcultura.com.br/culturadocumentarios/blog/33016