Livro – “Treine a Mente, Mude o Cérebro” de Sharon Begley

A união entre o budismo e a neurociência comprova que o pensamento pode mudar o cérebro.

livroSob o patrocínio do Instituto Mente e Vida fundado peloDalai Lama, importantes estudiosos do budismo e das tradições científicas ocidentais debatem uma questão que há séculos intriga filósofos e cientistas: o cérebro tem capacidade de mudar? E qual é o poder da mente para mudá-lo?

Por muito tempo a neurociência sustentou que o cérebro assumiria sua forma para a vida inteira durante a infância, e depois disso não mudaria mais sua estrutura. Afinal de contas, uma das suposições básicas da neurociência era a de que os processos mentais derivam da atividade cerebral: o cérebro cria e molda a mente, e não o contrário. Já os budistas sempre tiveram a consciência de que o cérebro pode ser modificado por meio de treinamento. E, nos últimos anos, essa crença tem sido confirmada por pesquisas: cientistas comprovaram que o treinamento mental praticado pelos budistas realmente pode mudar o cérebro — há provas de que o órgão se adapta ou se expande em resposta a padrões de atividade mental sistemática. Segundo o  Dalai Lama, chegou-se a um divisor de águas, “uma interseção onde o budismo e a ciência moderna se tornam mutuamente enriquecedores, com um enorme potencial prático para o bem-estar humano”.

Treine a Mente, Mude o Cérebro relata as novas descobertas da ciência sobre a mutabilidade ou plasticidade do cérebro e revela de que maneira as pessoas podem alterar a estrutura desse órgão para vencer a depressão, curar feridas emocionais, tratar problemas de aprendizado ou mesmo psicológicos, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

A revolução no entendimento da capacidade de transformação do cérebro durante a vida adulta não contempla apenas o fato de que o cérebro pode mudar. Igualmente revolucionária é a descoberta de como o cérebro muda: determinadas ações podem literalmente expandir ou contrair diferentes regiões do cérebro, derramar mais fluidos em circuitos silenciosos e reduzir a irrigação em outros mais barulhentos. O órgão oferece mais área cortical a funções que seu dono usa mais freqüentemente, e encolhe o espaço destinado a atividades raramente desempenhadas: “Como a areia de uma praia, o cérebro guarda as pegadas das decisões que são tomadas, das capacidades desenvolvidas, das ações tomadas”, acredita Sharon Begley. Para ler mais CLique aqui

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